25 fatos literários sobre mim

25 Bookish Facts About Me (25 Fatos Literários Sobre Mim) - Book Tag

29.4.16


 Chegou o maravilhoso momento em que eu: Beatriz, irei contar-lhes "25 fatos Literários Sobre Mim". Se você acompanha esse blog, deve ter percebido que ele é destinado apenas a postagens de resenhas sobre os livros que li. Ou seja, nunca na história desse país, utilizei esse espaço para responder tags ou mostrar as comprinhas do mês ou fazer qualquer outra coisa que não seja resenhar livros.
 Por que essa mudança? (você deve estar se perguntando). E a resposta clara e objetiva é: SOCORRO, ESTOU LENDO O 2º LIVRO DA SÉRIE OUTLANDER E ELE TEM 1000 PÁGINAS E EU LEIO DEVAGAR (Sai correndo desesperada pela casa porque já faz uns 15 dias que eu comecei a ler esse livro e ainda estou na página 500).
 Portanto, a resenha dessa pequenina obra (sintam a ironia) irá demorar provavelmente mais uns 15 dias para ser feita (mas não me arrependo de ter pego esse livro, pois estou adorando ele #jamiefraserforever #vivelesfrasers #dornobraçodesegurarumlivrocom1000páginas).
 Então resolvi movimentar as coisas e compartilhar com vocês essa tag (eba). Não sei se esse post permanecerá no blog após a resenha de Outlander ou se irei fazer outros posts desse gênero no futuro, mas por enquanto vamos aproveitar o momento de desespero e finalmente ir para os:

25 Fatos Literários Sobre Mim

1- Eu detestava ler livros quando era pré-adolescente e só tornei-me uma leitora assídua quando minha mãe (oi mãe *acena com a mão*) apresentou-me aos famosos romances de época que eram publicados nas bancas de jornais pela Nova Cultural e Harlequin; 

2- O primeiro livro que eu li por vontade própria (sem ser obrigada pela professora da escola) foi "A Cigana" de Alexandra Benedict. Eu tinha 14 anos na época e eu chorei igual a um bebê desmamado com esse livro, porque na época eu não sabia que todo romance de época tinha um final feliz (a ingenuidade é comovente);

3- Após ficar dos 14 aos 16 anos lendo apenas esse gênero literário, busquei novos caminhos nas comunidades literárias do Orkut (Orkut era vida) e descobri a série "Crepúsculo" da Stephenie Meyer. Pode-se dizer que eu fiquei extremamente obcecada com esses livros (para não dizer maluca surtada), mas se não fosse essa série eu nunca teria descoberto outros gêneros literários (como "jovem adulto" e "chick lit");

4- Eu leio a maioria dos livros ouvindo música e geralmente cada obra tem sua música especifica. O que significa que eu escuto a mesmo música repetidas vezes do começo ao fim do livro (#notevenashemed);

5- O primeiro livro que li em inglês foi "Shadow Kiss" da Richelle Mead e eu tinha uns 18 anos na época (melhor decisão dessa vida foi começar a ler livros em inglês);

6- Eu prefiro ler de noite, pois de manhã meu cérebro parece que não funciona e eu gasto quase meia hora para ler 5-10 páginas durante o período matutino;

7- Eu não consigo ler rápido, então por mais que o livro seja fino eu geralmente demoro uma semana para ler qualquer coisa (por isso estou sofrendo ataques de ansiedade com Outlander);

8- Meu primeiro marcador de página era o encarte do CD (sim, eu ainda falo CD) do Paramore. Só quando já estava mais velha que passei a utilizar marcadores apropriados (vamos deixar claro que em nenhum momento da minha vida eu dobrei a página de qualquer livro para criar um marcador);

A Corte de Luz

Resenha: The Glittering Court | A Corte de Luz- Richelle Mead (The Glittering Court #1)

16.4.16


 Após meses de espera, finalmente "The Glittering Court" foi publicado (todos comemoram) e eu como fã declarada de Richelle Mead sai correndo (de uma maneira bem enlouquecida em direção ao computador) para ler esse livro o mais rápido possível.
 Caros leitores dessa resenha, antes de começar a escrever o texto quero deixar bem claro os seguintes fatos: 1º - essa resenha não terá spoilers (eba!); 2º - irei comparar em vários momentos essa obra com as séries "Vampire Academy" e "Bloodlines", pois eu adoro esses livros e  notei algumas semelhanças entre eles durante a leitura; e em 3º e último lugar sinto-me na obrigação de dizer que essa resenha será positiva (eba! duplo). Então vamos ser felizes e ir direto ao que nos interessa.
 "The Glittering Court" irá contar a história de Adelaide, a Condessa de Osfridian, que apesar do importante título de nobreza está falida. Após o recente falecimento de seus pais, a garota passou a viver com sua avó que está desesperada para arranjar um casamento entre a moça e algum nobre rico para que ambas possam sair do iminente estado de pobreza.
 Nem é preciso dizer que Adelaide não queria unir-se em sagrado matrimônio com nenhum aristocrata arrogante ou velho, apenas para manter sua riqueza. A moça tinha opiniões fortes e desejava mais do que tudo nessa vida poder ser livre das convenções impostas pela sociedade (sai cantando "I Want To Break Free" pelo vilarejo).
 Porém, como nem tudo é perfeito, a avó arruma um nobre bem tedioso para ser marido da pobre mocinha e quando tudo parecia sem solução eis que Cedric Thorn aparece na vida de nossa Condessa. Eu quero um minuto de silêncio pela perfeição moral e física que é Cedric, leiam a descrição do rapaz:

"The man also straightened, turning to look at me. As he did, the images I'd been building of some old, twisted scoundrel vanished. Well, maybe he was a scoundrel, but who was I to say? And the rest of him... my eyes burned at the sight of him. Deep auburn hair swept back in short, fashionable tail revealed a face with clean lines and high cheekbones. His eyes were an intense blue-gray, contrasting with skin tanned from being outdoor. That wasn't fashionable among nobles, but I could've deduced he wasn't one of us from a mile away"

 De volta a realidade, Cedric era morador de Adoria, local que fazia parte do "Novo Mundo". Nessa outra parte da cidade, a nobreza consistia de homens que obtinham riqueza por meio do próprio trabalho pesado e não de títulos passados através de uma linhagem sanguínea. Ou seja quem ganhava mais dinheiro por meio de seu emprego, era considerado um nobre em Adoria (Bom dia, Capitalismo).
 Porém esses aristocratas do "Novo Mundo" enfrentavam um problema gravíssimo que era a falta de esposas qualificadas para poderem se casar e expandir a população de sua região. Por ser uma terra recém colonizada, não havia moças cultas o suficiente para serem esposas desses importantes homens (muitos "selvagens" ainda habitavam por lá e poucas mulheres possuíam educação). 
 Em uma maneira de solucionar esse problema, Jasper Thorn (pai de Cedric) criou "The Glittering Court" que consistia em: levar moças que trabalhavam para a nobreza em Osfridian para uma escola em outro local da cidade e educá-las por 1 ano (educação digna de Rainha). Após esse período as garotas poderiam escolher se queriam casar-se com algum nobre ou ser independente e trabalhar em algum emprego que lhes foi selecionado.

entre a ruína e a paixão

Resenha: Entre a Ruína e a Paixão - Sarah Maclean (O Clube dos Canalhas #3)

2.4.16


 Antes de começar a escrever qualquer coisa relacionada a esse livro, sinto-me na obrigação de fazer o seguinte aviso: Essa resenha não será muito positiva e minhas opiniões e críticas podem ofender a legião de leitores que adoraram a história de amor entre Mara e Temple, portanto se você pertence ao grupo de pessoas que adorou esse livro, te aconselho a não ler esse texto (afinal minha intenção é apenas expor e não impôr minha opinião sobre o romance). Aviso feito, vamos a breve sinopse da obra. 
 Em "Entre a ruína e a paixão" temos a história de Temple, o lutador oficial do Anjo Caído. Diferente dos outros rapazes que lá trabalham, o herói da narrativa era conhecido antigamente como William e possuía um ducado que tornava-o em um dos membro mais importante da aristocracia. Porém, após acordar nu e coberto de sangue em uma cama desconhecida, o rapaz perdeu seu famoso status de "duque" para transformar-se em um assassino temido por toda a sociedade.
 Esse episódio aconteceu quando o garoto tinha 18 anos de idade e nenhuma lembrança do ocorrido, pois havia sido drogado por alguém que gostaria de incriminá-lo facilmente. Como os fatos não poderiam ser mudados, William virou Temple e ficou novamente famoso por suas habilidades como lutador, porém sem nunca perder o título de "Duque Assassino" imposto pela sociedade. 
 12 anos após o incidente, Temple recebe a inesperada visita de Mara Lowe, conhecida também como a garota que ele havia assassinado. Mara apresenta-se para o homem na intenção de comprovar sua inocência, porém a sua revelação à sociedade teria um preço alto, já que a Srta. Lowe fez um acordo financeiro bem generoso em troca de sua cooperação.
 E assim termina o enredo do livro e basicamente toda sua história, já que do início ao fim esse é o único problema existente nessa obra. A finalização da sinopse nos leva agora a melhor parte dessa resenha: a opinião pessoal e a justificativa do motivo pelo qual eu quis matar Mara estrangulada e quase abandonar esse livro inúmeras vezes.