domingo, 29 de maio de 2016

Resenha: Os Garotos Corvos (The Raven Cycle #1) - Maggie Stiefvater


"She wasn’t interested in telling other people’s futures. She was interested in going out and finding her own".

 Era uma vez, em uma livraria distante (ano de 2012), quando Bia no auge de seus 20 anos avistou "The Raven Boys" na prateleira da seção de livros importados e pensou: "Oba, livro novo da Maggie Stiefvater. "Calafrio" foi tão legal, esse deve ser ótimo também, vou comprar" (e seguindo essa linha de raciocínio, minha TBR está com quase 100 livros no atual momento).
 Eis que praticamente 4 anos se passaram e o livro ficou jogado e esquecido na estante (assim como os outros trocentos livros que eu compro por impulso), porém com o lançamento de "The Raven King" (o último volume dessa série) eu finalmente inspirei-me para ler esse livro e meu pensamento ao terminar sua leitura foi: "Como é que eu deixei essa obra de arte parada na minha estante por tanto tempo? Bia, você me desaponta".
 "Os Garotos Corvos" sintetiza tudo o que eu espero de um livro jovem adulto sobrenatural, porém antes de morrer de amores pela obra, vamos ao breve resumo.
 Blue Sargente é uma garota de 16 anos, cuja mãe e tias são clarividentes, portanto pode-se dizer que atividades como passar a véspera do dia de São Marcos, sentada em uma igreja abandonada, esperando ver os espíritos daqueles que irão morrer nos próximos doze meses é mais um dos afazeres corriqueiros que a garota encontra.
 Vivendo com os escassos recursos financeiros, gerados das atividades paranormais de sua mãe e tias, Blue tem aversão aos garotos ricos da cidade que estudam na Academia Aglionby. Os meninos dessa escola privada esbanjam dinheiro e poder pela cidade, desfilando com seus carros luxuosos e alheios aos problemas daqueles que não pertencem a sua classe social.
 É com todo esse ódio no coração que Blue fica estupefata, durante o evento de São Marcos, ao ver e conversar com o espírito de Gansey (um dos garotos mais ricos de Aglionby). Diferente de toda sua família, Blue não tem o dom da visão e o fato de ter visto o espectro de Gansey na igreja abandonada só pode significar duas coisas: ou o rapaz é seu único e verdadeiro amor ou a moça será responsável por sua morte.
 Para dificultar ainda mais a vida da moça, sua mãe e suas tias, previram desde o dia de seu nascimento que: "Se Blue beijar seu amor verdadeiro, ele irá morrer" (that's right, no fun for Blue). Então como todo ser humano racional, a garota faz o possível para não encontrar-se com Gansey, mas o rapaz (que também tende a praticar umas atividades sobrenaturais) marca uma sessão com a mãe de Blue para descobrir mais sobre seu futuro. E assim é dada a largada para o desenrolar do enredo, que irá apresentar outros personagens e complicações.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Resenha: Princesa Mecânica (As Peças Infernais #3) - Cassandra Clare



 Chegou o esperado momento em que finalmente terminei a leitura de "Princesa Mecânica" by Cassandra Clare e eis que esse tempo todo eu estava certa sobre uma coisa: eu iria me decepcionar terrivelmente com o desfecho dessa trilogia (Spoiler Alert: vou reclamar muito sobre o triângulo amoroso).
 Se você não leu "Anjo Mecânico" ou "Príncipe Mecânico", recomendo imediatamente que não leia esse texto (também recomendo que você clique nos títulos dos livros acima, para ler minhas resenhas lindas e positivas sobre essas obras). Essa resenha terá spoilers e não será muito positiva, portanto se você também não leu "Princesa Mecânica" é hora de nos despedirmos. 
 Em suma, essa resenha é recomendável apenas para aqueles que já leram a trilogia completa. Apesar de não ter gostado muito desse terceiro livro, adorei seus antecessores e sendo assim fica aqui minha humilde sugestão para que todos vocês leiam essa trilogia, certo?
 Importante ressaltar que essa resenha é minha opinião sobre a obra, o que significa que ninguém é obrigado a concordar com meus pensamentos e teorias (e se preparem porque eu vou fazer uma espécie de desabafo sobre esse livro). Além disso essa resenha terá gifs (o/) para alegrar um pouco e diminuir o sarcasmo em minhas palavras (insira um emoji de carinha piscando). Avisos feitos, vamos ao que realmente interessa.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Resenha: A Libélula no Âmbar (Outlander #2) - Diana Gabaldon


"Os homens dos clãs escoceses lutavam de acordo com suas antigas tradições. Desdenhando a estratégia, a tática e a sutileza, seu método de ataque era simplesmente a própria simplicidade. Detectando o inimigo dentro de seu alcance, deixavam cair os xales, sacavam a espada e avançavam para cima do inimigo, berrando a plenos pulmões. A gritaria gaélica sendo como é, este método em geral era bem-sucedido. Muitos inimigos, vendo a multidão de banshees cabeludos, seminus, lançando-se sobre eles, simplesmente acovardavam-se e fugiam"

 Palavras não podem descrever os inúmeros sentimentos que tenho em relação a Outlander e todo seu universo, uma vez que meu coração foi irreversivelmente conquistado no momento em que ouvi pela primeira vez a música de abertura do seriado de televisão (a.k.a conhecida como "Skye Boat Song").
 Feita a breve declamação de amor, eu peço à vocês desculpas antecipadas pela falta de coesão; coerência; linearidade e clareza de pensamento no decorrer dessa resenha que  provavelmente não será longa (porque eu não tenho emocional para isso) e terá spoilers.
 Se você não leu o 1º livro da série, peço que por favor leia esse livro o mais rápido possível. Juro que vocês não irão se arrepender, pois essa é uma série linda e maravilhosa que prende a atenção do início ao fim. Assistam também o seriado e sejam felizes com a fidelidade existente entre a adaptação e sua obra literária (necessário dizer que a adaptação televisiva não é recomendada para menores de idade).
 Se você também não leu o 2º livro da série, eu espero que você tome ânimo, leia e volte aqui em breve para poder compartilhar comigo suas opiniões e sentimentos (insira um emoji de carinha piscando nesse espaço, para manter a entonação animadinha dessa resenha).
 Desejo sorte à todos aqueles que seguirão em frente comigo nesse texto, pois meus sentimentos com relação a esse livro estão extremamente descontrolados e confusos e eu não sei nem por onde começar a me explicar, mas vamos com fé.